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Visita de Estudo à Galeria Porta 33

 

No Passado dia 19 de Janeiro de 2018, o ISAL efetuou uma visita de estudos no âmbito da disciplina de História da Arte em Portugal com o docente Diogo Goes à galeria “Porta 33”.
A Porta 33, afirma-se como uma instituição de referência ao nível internacional, na programação, nos vários domínios da práticas artísticas e do pensamento contemporâneo.
O aluno André Homem, presta o seu testemunho a esta iniciativa:
"No âmbito da unidade curricular de História de Arte em Portugal foi-nos proposto pelo docente Diogo Goes uma visita à galeria Porta 33 no sentido de termos uma noção e um contato direto com o mundo das artes. 
É de salientar que à chegada fomos muito bem recebidos pelos fundadores Maurício Reis e Cecília Vieira de Freitas. Estes tiveram a gentileza de nos acompanharem numa visita guiada.
Tivemos a oportunidade de apreciar a arte num foco diferente, no contexto da arte contemporânea, desta maneira tivemos acesso às obras de vários autores nacionais e regionais com projeção internacional, muitas delas criadas a partir da década de 60. 
É uma galeria com um espólio de obras de enorme valor.
Naturalmente, apesar de não ser um conhecedor profundo de muita da arte exposta, achei a iniciativa muito importante para nós alunos e engrandecedora no sentido de ter-mos um contato direto com este mundo possibilitando mais uma atividade extracurricular para adicionar ao nossos conhecimentos.
Das muitas obras vistas, achei interessante a dinâmica dos vários artistas, em alguns casos a correlação com a arquitetura mas também compreender novos conceitos como a transformação do que é por exemplo uma "foto-novela", em arte. 
Sendo uma das obras que chamou-me mais à atenção, feita cá na região na década de 60/70, por Lourdes de Castro em "Delírio do foto-novelos", este título é uma alusão a uma das flores mais conhecidas da madeira, as Hortênsias. 
De notar que na época os meios tecnológicos nada tinham a ver com o que há hoje em dia mas na minha perspectiva é engraçado perceber como usavam a meios como a câmara "super 8" um equipamento que apenas tinha capacidade de gravação de apenas 5 minutos sem capacidade de gravação de áudio, que à posteriori teria o som de ser editado e anexado à peça. Não tivemos oportunidade de ver  este trabalho, mas a curiosidade ficou e acho que seria engraçado organizar algo onde fosse possível, nós os alunos, visualizar o seu conteúdo. 
O balanço foi positivo, a iniciativa foi excelente, tivemos a oportunidade de conhecer pessoas apaixonadas e com gosto enorme pelo que fazem e espero que no futuro atividades como esta continuem a acontecer."

André Homem.